quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

LICITAÇÕES - UM UNIVERSO DE GRANDES NEGÓCIOS PARA OS PEQUENOS EMPRESÁRIOS

LICITAÇÕES – Um universo de grandes negócios para os pequenos empresários.

Vamos falar um pouco sobre o “monstro” imaginário criado, dentro das relações empresa/clientes públicos, as LICITAÇÕES.
Criada para dar transparências aos processos de aquisições públicas, as Licitações por vezes são vistas como um simples meio, de agentes corruptos e inescrupulosos, obterem para si, vantagens nas compras das Prefeituras, Estados ou União. Infelizmente isso é uma meio-verdade. Vamos então, excluir, essa metade ruim regida por futuros presidiários, pois temos que acreditar num futuro melhor, e vamos nos ater a parte boa dos negócios públicos.
O Brasil é hoje, o segundo maior gerador de negócios públicos do mundo, só perdendo para os USA. Só para se ter uma idéia dos valores envolvidos, o Estado do Espírito Santo, segundo dados do SEBRAE, movimentou em compras públicas a importância de 700 milhões de Reais de janeiro a outubro de 2007.
Todas as empresas, independentemente do porte, tem o direito de participar dos negócios públicos, diga-se de passagem, em especial as micro-empresas que tem até uma legislação especifica que as trata com um diferencial muito positivo em relação as empresas de maior poder de “fogo”.
É enorme o numero de licitações consideradas “desertas”, ou seja, aquelas em que nenhuma empresa se apresentou para participar e, analisando-se o comercio e industrias local, bem como os editais abertos pelas diversas prefeituras da região, chega-se a conclusão que muitos negócios poderiam ser realizados dentro dos municípios e seus vizinhos. Esses negócios não acontecem por dois motivos: Um, a falta de interesse dos entes públicos em “ir até onde estão os fornecedores”, através da promoção de rodadas de conhecimento entre compradores e vendedores, mantendo assim uma distancia de interesses onde me parece que a idéia é que exclusivamente o comprador é que tem que “correr” atrás da prefeitura. Dois, a falta de conhecimento por parte dos empresários de seus direitos, obrigações e tramites legais, para uma boa negociação junto a esse enorme mercado comprador.
Mais uma vez, se faz necessário um maior envolvimento dos empresários para com os profissionais de Consultoria, aptos e capacitados, mas necessáriamente aqueles habilitados, e que podem proporcionar-lhes a devida orientação e treinamento que acarretam novas oportunidades de negócios.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

CONSULTORIA: TREINAMENTO & APERFEIÇOAMENTO NA GESTÃO DE PESSOAS e NEGÓCIOS

Através de análises do perfil de empresas e empresários, atuando como Consultor em diversos ramos, seja da industria ou do comercio, podemos afirmar que algumas empresas, principalmente as micro, pequenas e médias, ainda vêem os trabalhos de consultoria como um “monstro” impossível de ser domado. Ledo engano.
Hoje, com foco direcionado para esse segmento, alguns profissionais se especializaram em atender essa demanda e auxiliar os empresários na árdua tarefa de conquistar os clientes internos e externos.
Mediante agendamento, num primeiro bate papo entre consultor e empresário, é possível se projetar e escrever as primeiras linhas de um trabalho sob medida, com custos normalmente muito menores do que se imagina. O “mostro” não é tão feio quanto se pinta e os resultados satisfazem plenamente as expectativas.
Nesse sentido, com a experiência adquirida e o apoio de toda a equipe e parceiros da Consultoria Guaraci Oliveira, vamos abordar esse tema bastante polêmico, mas muito interessantes e que é síntese de um de nossos cursos.
“AÇÃO PREVENTIVA – Como evitar as Ações Judiciais Trabalhistas”:
Ao longo dos últimos anos, temos visto um numero cada vez maior de empreendedores, que em determinado momento ingressam na vida empresarial e montam seu próprio negócio. Tudo vai muito bem, enquanto se tem em caixa o capital inicial e a garra do principiante. As coisas mudam de figura, quando se dão conta de todos os compromissos de um negócio, grande ou pequeno, pesam sobre os ombros desse empreendedor, principalmente no que se refere a Gestão de Pessoas, antigamente chamado de RH(Recursos Humanos) nas grandes empresas. Hoje, necessário se faz tratarmos da Gestão de Talentos.
Essa relação deveria ser baseada num contrato de vontades, acontece, porém, que na maioria das vezes, esse contrato não é corretamente elaborado ou administrado, fazendo com que as partes não tenham a sua justa contrapartida. Destaque-se aqui, que ambos os lados ficam a mercê de situações que não quiseram provocar.
Sabendo-se que ninguém trabalha com uma reserva para “passivos trabalhistas” é comum vermos empresas que em determinado momento já estão tão comprometidas com irregularidades que acarretarão indenizações trabalhistas, que o próprio negócio deixa de ser viável. Essa situação, infelizmente é muito comum.
Por exemplo: um pequeno comércio que tem em seu quadro 5 ou 6 vendedoras... é muito fácil pelo fato do empregador pagar “por fora” as comissões sobre as vendas, que esses funcionários passem a ter o direito de ver essas comissões incorporadas ao seu salário e, por conseqüência, aquilo que era um incentivo para as vendas, por ser mal administrado, passa a ser um passivo trabalhista acumulado com o decorrer do tempo. Também, podemos citar aqui, os desastrosos “acordos de compensação de horas” que comumente não seguem a competente legislação e só aparecerão ao se romper um contrato, seja por vontade de qualquer parte que for.
Para essas situações, existem providencias simples e legais, que numa atuação ética e correta, podem ser aplicadas tirando o empresário de muitas “ciladas” do cotidiano, porém, é necessário a orientação de um profissional preparado para apaziguar os direitos e deveres de ambos os lados, quais sejam, empregados e empregadores.