quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

MENSAGEM DE NATAL

MENSAGEM DE NATAL

Comemorar o Natal é homenagear o divino aniversariante, o homem de Nazaré, unindo os corações e colocando em prática o seu maior mandamento: “amar a Deus nosso pai acima de tudo, pois ele nos oferta diariamente tudo o que há de bom, útil e belo na natureza deste planeta, e amar ao próximo como a nós mesmos, desejando-lhes aquilo que gostaríamos de receber”. Assim estaremos praticando o seu santo Evangelho, a caminho da Luz.
Ninguém até hoje conseguiu realizar um acontecimento de grandiosa amplitude. Jesus de Nazaré foi tão importante para a espiritualização de nossas vidas, que dividiu a história da “humanidade” em antes e depois dele.

No transcorrer do ano, sempre em busca do reto cumprimento dos nossos deveres e do apôio indispensável à família, vamos levando a vida com alegrias, tristezas, momentos de dor e de felicidade, situações indispensáveis ao nosso próprio progresso evolutivo.

O Natal é uma festa de amor, congratulações, desejos e abraços. Dia propício para reconciliações. Os dias que antecedem o natal nos ofertam um clima de alegria, nos sentimos mais festivos, procuramos pessoas amigas para abraçar e desejar sempre o melhor.

O Natal é uma festa de luz material que satisfaz e alegra a nossa visão, e luz espiritual que ilumina o nosso coração pela grandiosidade de sua data, o aniversário do divino mestre Jesus.

No Natal, a fraternidade que se achava hibernada em nós, se extrapola e nos faz mais compreensivos com as dificuldades financeiras dos mais humildes.

Todavia, no instante em que a humanidade começa a pensar no divino rabi da Galiléia, a luz da divina data, convida a todos os irmãos, filhos de um mesmo Deus, a socorrerem as famílias necessitadas com alimentos, roupas e demais suprimentos, acompanhado de um abraço fraterno, que fortalece os corações sedentos de caridade.

A caridade se fazendo presente, envolve todo o planeta na atmosfera de amor do divino mestre, e as pequeninas luzes da esperança ao se acenderem, de casa em casa, de cidade em cidade, anunciam a chegada do messias com suas mensagens de Luz que iluminam nossas vidas e nossas almas.

Comemorar o natal, é amar ao próximo, é dar amparo aos que necessitam, fazer prece aos doentes, agradecer ao pai celestial pelas bênçãos recebidas durante o ano que se finda.

Por isso, amigos e Irmãos, comemorar o natal é mais do que reunir a família em torno de uma mesa farta, quando outros estão sem o mínimo necessário para saciar a fome, é evitar que as lágrimas rolem pelos seus rostos calcinados pela dor e tristeza.

Viver o natal é transformar as tristezas e as lágrimas em sorrisos de alegrias, dividir o próprio prato com o irmão faminto, estender a mão sem cobrança futura e humilhação presente.

Viver o natal é dividir a tua luz íntima com o infeliz que vive nas trevas da tristeza.

Desejamos ter a paz agasalhada em nossos corações e nos corações de todos os povos, para que possamos olhar os nossos semelhantes nos olhos, sem medo de ali encontrarmos um inimigo, um desafeto, um malfeitor. Desejamos ter saúde que nos dê resistência física para prosseguir incólumes aos nossos compromissos materiais, filantrópicos e espirituais.

No natal desejamos que todos se façam felizes, mas é bom lembrarmos que, “felicidade é fruto que colhemos da felicidade que plantamos”. Esse é o natal que devemos cultivar para nós, e para toda a humanidade.

Ano novo... é a festa da esperança

Esperança que alegre o nosso coração, para que a Paz habite o nosso lar, sossegando os ânimos num fraterno abraço.

Esperança para que o nosso sonho se realize. Que ao abraçarmos as pessoas queridas, escolhidas para a formação do nosso lar, possamos sentir a alegria, que saindo do nosso coração umedeça os nossos olhos com as lágrimas da felicidade.

Esperança no amor que deverá chegar a qualquer momento para aqueles que caminham só, angustiados pela solidão.

Esperança por um mundo melhor, onde todos possam se compreender, onde a fraternidade consolide a igualdade entre todos os povos. Somente assim poderemos ter e também ofertar, um

Feliz natal e um próspero e feliz ano novo,

A TODOS ...com muita luz, paz, união, saúde, sabedoria, segurança, força, lealdade e harmonia.

REFLEXÃO - TESE DE MESTRADO NA USP

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse
critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.


O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações
diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E
encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

Diário - Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa - Meu orientador desde a graduação, o professor
José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de
avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de
atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem
acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de
trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena
pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles
estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai
ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e
as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis.
Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a
aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um
estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal.
Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo
funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas
os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa
típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos
em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial,
porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de
fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos,
o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como
gesticulamos.. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que
são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo.
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos
garis.
De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade,
subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão.
O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas
situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de
passar, virou-se pra mim e começou a falar: 'É Fernando, quando o
sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não.
Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra
classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está
esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho
olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a
peãozada, segurando a pastinha na mão'.

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era
diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de
trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari.
Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são
carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se
eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba,
quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder
viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram
me tratando diferente.
As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava
reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um
serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a
vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando
a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem
socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.


*Ser IGNORADOé uma das piores sensações que existem na vida!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

PROTESTO...

Não é possível que no fim do túnel não haja mais a luz da esperança
que não se pode mais crer que depois da tempestade vem a bonança
Quero acreditar que a agressão de qualquer tipo ou situação
deixe de existir um dia

Também insisto no pensamento que amor não tem nada a ver com tapa no rosto
com sopapos, gritos, facas, pontapés e, tiros

O mundo anda tresloucado desvirtuado a fé entrou de férias coletivas
e não se sabe se após a recessão retornará

Está difícil perceber que em cada motivo fútil, torpe
uma vida é tirada um sorriso apagado lágrimas correndo como rios em
cada rosto

Para frear a violência que assola o país, os lares,todos os lugares
é preciso muito mais que fazer cumprir uma Lei como a Maria da Penha
é necesário que a população intervenha
que todos se unam em tempo integral para que esse mal
seja extirpado da sociedade e que a vida seja a grande prioridade

--
Guaraci Oliveira
Consultoria Jurídico-Organizacional
Gestão de Pessoas
Assessoria em Licitações
19.3601.4021 / 9208.6630

AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO

As Sete Leis
Espirituais do Sucesso



Ontém, durante uma reunião que participei no final da tarde, deixei de aplicar uma das sete leis espirituais do sucesso, em especial àquela recomendada para a terça-feira. Não foi de propósito, não foi por displicência... mas não consegui atingir a necessária vibração positiva para que mantivesse minha serenidade, necessária naquele momento. Acabei por ter uma noite desastrosa e uma grande dor de cabeça.
Hoje, logo ao chegar ao meu escritório, após fazer uma oração, resolvi comparti-lhar com todos, As Sete Leis Espirituais do Sucesso.
Dr. Choppra, idealizador dessa coletânea de atitudes positivas para o dia-a-dia, ja é bastante conhecido e, crenças a parte, seus resultados são muito bons.
Ele sugere que nos concentremos em uma lei a cada dia da semana. Lei é o processo pelo qual o não-manifesto se torna manifesto. Portanto, qualquer coisa que desejamos pode ser criada, porque as mesmas leis que a natureza utiliza para criar uma galáxia, um planeta, um corpo humano, podem realizar nossos desejos mais profundos.
Na certeza que esse material que lhes envio, em nada pode atrapalhar nossas vidas e trabalho, mas ao contrário, em muito pode nos elevar, a todos desejo um ótimo dia, com muita LUZ, SAÚDE e SABEDORIA!!!!

Um grande abraço!!!!

DOMINGO -Lei da Potencialidade PuraReserve um momento do dia para ficar só e fazer uma
meditação silenciosa.
Reserve um período do dia para comungar com a natureza
Pratique diariamente o preceito: "Hoje não julgarei nada".

SEGUNDA-FEIRA - Lei da DoaçãoOfereça sempre algo às pessoas com quem tiver contato(cumprimento, pensamento positivo, oração, benção).
Agradeça as dádivas oferecidas pela vida, como a beleza da natureza e tenha abertura para continuar recebendo-as.Deseje em silêncio, toda vez que entrar em contato com alguém, que tenha uma vida próspera e feliz.

TERÇA-FEIRA - Lei do KarmaObserve sempre as escolhas que vai fazer e se pergunte: Quais serão as conseqüências dela para mim e os outros?
Peça orientação ao seu "coração", que é muito intuitivo.

QUARTA-FEIRA - Lei do Mínimo EsforçoAceite pessoas e fatos como se manifestarem.
Não se volte contra o Universo lutando contra o presente.
Seja responsável pelas situações e não culpe ninguém.
Desista de impor sua opinião aos outros.
Tenha abertura à todos os pontos de vista e não se prenda a nenhum.

QUINTA-FEIRA - Lei da Intenção e do DesejoFaça uma lista de todos os seus desejos. Olhe para ela antes de meditar e, também, antes de dormir e ao acordar.
Libere a lista de seus desejos no plano cósmico, que tem desígnios maiores para você do que possa conceber.
Confie.
Esteja consciente do momento presente.

SEXTA-FEIRA - Lei do DesapegoComprometa-se com o desapego.
Dê a si próprio e aos outros a liberdade de ser o que é.
Participe de tudo, mas com envolvimento distanciado.
Saiba que, estando disponível para aceitar a incerteza, a solução virá do próprio problema.
Tenha abertura para uma infinidade de escolhas, experimentando toda a magia, mistério e aventura da vida.

SÁBADO - Lei do Propósito de VidaNutra, com amor, a divindade que habita em você.
Tenha consciência da atemporalidade, do ser eterno.
Faça uma lista de seus talentos únicos e do que adora fazer, e saiba que, quando os põe a serviço da humanidade, cria abundância na sua vida e na de outras pessoas.
Pergunte-se diariamente: "Como posso servir?"



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Guaraci Oliveira
Consultoria Jurídico-Organizacional
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